A las agresiones, cómo nos responde la Madre Tierra

El paradigma de la modernidad asentado sobre la voluntad de potencia, es decir, sobre el poder entendido como dominación del mundo, de los pueblos, del otro, de la naturaleza, de la vida, del código genético, de las energías originarias del universo y del propio globo terrestre y, si pudiera, también de otros cuerpos celestes (Luna y Marte), cambió la faz de la Tierra. Forjó una cultura material con enormes beneficios para la vida humana, a costa de la devastación y destrucción de ecosistemas enteros, del empobrecimiento de la mayoría de la humanidad y de la producción de una maquinaria de muerte que puede matarnos a todos.

El Papa Francisco en el dia 10 de agosto,alarmado con la Sobrecarga de la Tierra (Eaerh Over Shoot) que occurió hace poco, es decir,la incapacidad dela Madre Tierra de renovar los bienes y servicios naturales esenciales para la vida sobre el planeta,no solamente para nuestra vida, sino de toda la biosfera, por el creciente desmatamiento de las forestas umedas como la Amazónia  y el degelo del Artico y del Antartico, declaró que la “Tierra se encuentra en una emergencia mundial”. Si no cuidamos “nuestra pripia existencia”, añadió “puede estar amenazada de desaparecimiento”.

Y el mundo, especialmente Brasil, bajo el gobierno del ex-capital, totalmente ignorante y arrogante, tiene una politica que favorece la deforestación amazónica en finción de la mneria y del agronegocio de la soya y del ganado, que solamente en estos primeros meses del año alcanzó millares de quilómetros cuadrados.

Los poderosos del mundo rehenes de la economía de acumulación-devastación siguen ciegos y sordos, solamente preocupados con las tajas de crecimiento económico, sin darse cuenta que ellos y todos nosotros, a seguir esta linea,”sin una radical conversión ecológica”(Laudato Sì) estamos aumentando el corteo en dirección de nuestra propia sepultura.

¿Y cómo nos responde la Madre Tierra? Lógicamente, demuestra que está herida y enferma, mostrando los niveles de su fiebre, el calentamiento global y el agotamiento de los bienes y servicios necesarios y no renovables para la reproducción de la vida en toda su diversidad:  la referida Sobrecarga de la Tierra (the Earth Overshoot).

Aún así nos brinda belleza, flores, ipês florecidos y, en esta época del año, cerezos japoneses de espléndido color amarillo y blanco, pajaros que cantan, farfalas coloridas que vuelan en el jardin, riachuelos todavia no contaminados con la variedad de sus pezes.

Debemos aprender a tratarla como tratamos a nuestras madres: con cariño, cuidado, respeto, veneración y amor. Es urgente la amorización universal hacia todas las cosas como San Francisco nos mostró y el Papa Francisco viene repitiendo… Cuidar es amar. Estas son las florecillas que me saludan cada mañana cuando abro mi ventana…

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J.B. Herkenhoff: Tolerância na Religião e na Política

O juiz e defensor dos direitos humanos,João Baptista Herkenhoff do Espírito Santo tornou-se conhecido por seus escritos e sua luta pelos direitos. Aqui vai um texto muito oportuno para a atual situação. Lboff

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                      Tolerância na Religião e na Política 

Refletimos neste texto sobre a necessidade de diálogo e tolerância entre as diversas religiões. A abertura para ouvir o outro não se limita ao domínio religioso.

Também no campo político é preciso que pessoas divergentes, na maneira de pensar, sejam capazes de conversar, de entender as razões do opositor.

O ódio, as ofensas, o decreto da verdade, o sinete de inimigo da Pátria ou a pecha de ignorante, aposto ao que diverge de uma determinada linha de pensamento, em nada contribui para que o Brasil vença suas dificuldades.

Sobre o entendimento entre as religiões é oportuno relembrar uma advertência de João Paulo II:

“Fazem obra de Paz aqueles que se aplicam em despertar a atenção para os valores das diferentes culturas, para a especificidade das sociedades e para as riquezas humanas de cada povo.”

Os valores humanistas estão presentes nas mais diversas tradições religiosas e filosóficas da Humanidade.

Essas tradições afinam, nos seus grandes postulados, com as ideias centrais que caracterizam este conjunto de princípios que denominamos “Direitos Humanos.”

Estes não são monopólio do Ocidente ou propriedade cristã.

Fernand Comte estudou os livros sagrados budistas, confucionistas, hinduístas, muçulmanos, judaicos  e cristãos.Concluiu que uma linha ética aproxima essas fontes do sagrado.

René Grousset visitou as religiões e filosofias da Índia, da China e do Japão.Numa atitude de devotado respeito às fontes da sabedoria oriental, Grousset revelou o profundo conteúdo dessa árvore filosófica.

Gautier, Gardé, Massé e Sourdel nos ajudam a compreender o Islamismo, com toda sua pujança e elevado cabedal ético.

Cornelius Castoriadis observa que as religiões em geral têm uma pretensão universalista, pretendem que sua mensagem enderece-se à Humanidade inteira.

Não obstante esse caráter “universalista da religião”, acreditamos que um elo de compreensão pode estabelecer-se através da tolerância.

Que haja  comunicação entre as diferentes crenças e sistemas filosóficos, entre as pessoas que aderem a essas crenças e filosofias.

Que se estabeleça uma comunicação bipolar, que supõe um liame entre as pessoas que se falam, conforme assinalou François Marty.

Com acendrado espírito de busca e aproximação, Michel Lafon nos oferece um livro sobre preces e festas muçulmanas, especialmente dirigido aos cristãos.

Na Religião, na Filosofia, na Política, o diálogo é construtivo.

O anátema e a pretensão de ser dono da verdade não produzem qualquer fruto positivo.

João Baptista Herkenhoff, Juiz de Direito aposentado (ES), escritor e professor.

Email: jbpherkenhoff@gmail.com

Homepage – www.palestrantededireito.com.br

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Às agressões, como nos responde a Mãe Terra

O paradigma da modernidade assentado sobre a vontade de potência, quer dizer, sobre o poder entendido como dominação do mundo, dos povos, do outros, da natureza, da vida, do código genético, das energias originárias do universo e do próprio globo terrestre e se puder até de outros corpos celestes (Lua e Marte) mudou a face da Terra. Forjou uma cultura material com enormes vantagens para a vida humana, mas à custa da devastação e destruição de inteiros ecossistemas e o empobrecimento da maioria da humanidade e a produção de uma maquinaria de morte que nos pode matar a todos.

E como a Mãe Terra nos responde? Logicamente, mostra que está ferida e doente, mostrando os níveis de sua febre e a exaustão dos bens e serviços necessários para a reprodução da vida em toda a sua diversidade: é a Sobrecarga da Terra (the Earth Overshoot). Mesmo assim nos brinda com beleza, flores, ipês floridos e, nessa época do ano, com cerejeiras japonesas esplendidamente coloridas. Devemos aprender a tratá-la como tratamos nossas mães: com carinho, cuidado, respeito, veneração e amor.É urgente a universal amorização com todas as coisas como São Francisco nos mostrou e o Papa Francisco vem repetindo…Cuidar e amar. Eis as florezinhas que me saúdam cada manhã quando abro a minha janela…Lboff