LA TOLLERANZA NECESSARIA E URGENTE

Oggi nel mondo e anche in Brasile, impera

molta intolleranza verso qualche partito come il

PT e nei confronti di quell’area socialista o

comunista. Intolleranza grave, a volte criminale,

che alcune chiese neo pentecostali diffondono e

alimentano  contro le religioni  afro-brasiliane,

demonizzandole  e perfino invadendo e

danneggiando i  loro ”terreiros”, come avvenuto

in  Bahia alcuni anni fa. C’è intolleranza che

porta al crimine specialmente contro il gruppo

LGBT. Vittima di intolleranza è anche papa

Francesco, attaccato e calunniato perfino con

manifesti affissi su muri di Roma, perché si

mostra  misericordioso e accogliente con tutti,

specialmente con gli emarginati, cosa che i

conservatori non sono abituati   a vedere nelle

rappresentazioni tradizionali di un papa.

 

Il cristianesimo delle origini, della tradizione

di  Gesù storico –  contrariamente all’intolleranza

della  Inquisizione e di una visione

esclusivamente  dottrinaria della fede – era

estremamente tollerante. Gesù ci ha insegnato

che dobbiamo tollerare che il loglio cresca

insieme col grano.  Soltanto alla mietitura si fa la

separazione.   Pietro, già scelto come Apostolo,

seguiva costumi dei Giudei, che  non dovevano

entrare nelle case dei pagani, non potevano

mangiare certi cibi, che li avrebbero resi impuri.

Ma una volta che un Ufficiale romano,  di nome

Cornelio lo aveva invitato,  finì per fargli visita.

Così constatò la profonda umanità dell’Ufficiale

e le sue attenzioni verso i poveri. E concluse:

“Dio mi ha mostrato che nessun uomo

dev’essere considerato profano o impuro; ora

riconosco veramente che non esiste in Dio

nessuna discriminazione di persone, ma gli è

gradito, in qualsiasi nazione, chi ha rispetto

verso  Dio e pratica la giustizia (Atti, 10,28-35).

 

Da questo racconto si evince che il dialogo e

l’incontro tra persone, che cercano un

orientamento religioso, come nel caso

dell’Ufficiale romano, invalidano il preconcetto e

il tabu che rendono difficile il contatto con chi è

diverso.

 

Di fatti è dimostrato che Dio viene

infallibilmente incontrato là  dove “c’è rispetto

per il sacro e dove si pratica la giustizia”, poco

importa la  denominazione religiosa. Inoltre

Gesù insegna che  adorare Dio  va oltre il tempio

perché i veri adoratori devono adorare il Padre in

spirito e verità e questi sono coloro che il Padre

vuole (Gv 4, 23). Esiste pertanto la religione dello

spirito, cioè tutti quelli che vivono valori non

certezza sul cammino che conduce a Dio.

materiali e sono fedeli alla verità, stanno con

Ognuno, secondo la sua cultura e tradizione vive

a modo suo la vita spirituale e si orienta sotto la

guida della verità. Questi merita di essere

rispettato e positivamente tollerato.

 

Mi pare  che non esista una tolleranza maggiore

di quest’atteggiamento di Gesù, abbandonato

nel corso della  storia dalla chiesa-potere

istituzionalizzato (che è parte della chiesa-

popolo di Dio)  che discriminò giudei, pagani,

eretici e numerosi altri condannati al rogo

dall’Inquisizione. In Brasile abbiamo il caso

clamoroso del Padre Gabriele Malagrida (1689-

1761) che lavorò come missionario nel nord del

Brasile, ma per ragioni politiche fu garrotato a

Lisbona dall’Inquisizione, e, dopo morto, “il suo

corpo sia bruciato e ridotto in polvere e cenere,

affinché di lui e della sua tomba non resti

nessun ricordo”.

 

Ecco un esempio di perfetta intolleranza oggi

riesumata  dallo Stato Islamico (ISIS) che sgola

chi non si converte all’islamismo

fondamentalista da loro praticato.

 

Infine, cos’è  la tolleranza  tanto violata ai

nostri giorni?

 

Ci sono due tipi fondamentali di tolleranza,

una passiva, l’altra attiva.

 

La tolleranza passiva  rappresenta

l’atteggiamento di chi accetta la coesistenza con

l’altro, non perché lo desideri e  colga qualche

valore  in questo, ma semplicemente perché non

può farne a meno.

 

La tolleranza attiva consiste

nell’atteggiamento di chi positivamente convive

con l’altro perché lo rispetta e riesce a vedere le

sue ricchezze, che senza il diverso giammai

vedrebbe. Intravede le possibilità della

condivisione e di partnership e così’ si

arricchisce a contatto e nella  convivenza con

l’altro.

 

Esiste un dato innegabile: nessuno è

uguale a un altro, tutti hanno un segno

personalizzante. Per questo esiste la

biodiversità, milioni di forme di vita. Lo stesso

succede, e più profondamente, a livello umano.

Qui le differenze mostrano la ricchezza

dell’unica e medesima Umanità. Possiamo

essere umani in molti modi.

 

L’essere umano deve essere tollerante

come tutta  la realtà lo è. L’intolleranza sarà

sempre una deviazione e una patologia e tale va

considerata. Produce effetti distruttivi, per il

fatto di non accettare le differenze.

 

La tolleranza è la virtù che soggiace alla

democrazia. La democrazia funziona se ci sono

tolleranza  e differenze  partitiche,  ideologiche o

altre,  riconosciute come tali. Insieme alla

tolleranza sta la volontà di cercare convergenze

attraverso  dibattiti e disposizione a

compromessi che sono la forma civile e pacifica

di ridurre conflitti e opposizioni. Questo è l’ideale

ancora da esplorare.

 

Traduzione di Romano Baraglia e Lidia Arato.

‪ 

Existe vida extra-terrestre?

Cientistas da NASA descobriram uma estrela Trappist-1, distante 39 anos luz da Terra, com sete planetas rochosos, três dos quais com possibilidade de água e assim de vida. Esta descoberta recolocou a questão de eventual vida extra-terrestre. Façamos alguns reflexões sobre o tema, fundadas em nomes notáveis na área.

As ciências da Terra e os conhecimentos advindos da nova cosmologia nos habituaram a situar todas as questões no quadro da grande evolução cósmica. Tudo está em processo de gênese, condição para surgir a vida.

A vida é tida como a realidade mais complexa e misteriosa do universo. O fato é que há cerca de 3,8 bilhões de anos, num oceano ou num brejo primordial, sob a ação de tempestades inimagináveis de raios, de elementos cósmicos do próprio Sol em interação com a geoquímica da Terra, esta levou até à exaustão a complexidade das formas inanimadas. De repente, ultrapassou-se a barreira: estruturaram-se cerca de 20 aminoácidos e quatro bases fosfatas. Como num imenso relâmpago que cai sobre o mar ou brejo, irrompeu a primeiro ser vivo.

Dando um salto quântico e qualitativo, emergiu na Terra, em nosso espaço-tempo curvo, num canto de nossa galáxia média, num sol secundário, num planeta de quantité négligeable, a Terra, a grande novidade: a vida. A Terra passou por 15 grandes dizimações em massa, mas como se fora uma praga, a vida jamais foi extinta,

Vejamos, rapidamente, a lógica interna que permitiu a eclosão da vida. À medida que avançam em seu processo de expansão, a matéria e a energia do universo tendem a se tornar cada vez mais complexas. Cada sistema se encontra num jogo de interação, numa dança de troca de matéria e de energia, num diálogo permanente com o seu meio, retendo informações.

Biólogos e bioquímicos, como Ilya Prigogine (prêmio Nobel em química, 1977), afirmam que vigora uma continuidade entre os seres vivos e inertes. Não precisamos recorrer a um princípio transcendente e externo para explicar o surgimento da vida, como o fazem, comumente, as religiões e a cosmologia clássica.    Basta que o princípio de complexificação, autoorganização e autocriação de tudo, também da vida, chamado de princípio cosmogênico, estivesse embrionariamente naquele pontozinho ínfimo, emerso da Energia de Fundo que depois explodiu. Um dos mais importantes físicos quânticos da atualidade, Amit Goswami, sustenta a tese de que o universo é matematicamente inconsistente sem a existência de um princípio ordenador supremo, Deus. Por isso, para ele, o universo é autoconsciente (O universe autoconsciente, Rio 1998).O mesmo pensa talvez o maior cosmólogo atual Brian Swimme (The hidden Heart of the Cosmos, 1996).

A Terra não detém o privilégio da vida. Segundo Christiann de Duve, prêmio Nobel de biologia (1974) que escreveu uma das mais brilhantes obras sobre a vida, disse em seu livro Poeira vital: a vida como imperativo cósmico:

“Há tantos planetas vivos no universo quanto há planetas capazes de gerar e sustentar a vida. Uma estimativa conservadora eleva o número à casa dos milhões. Trilhões de biosferas costeiam o espaço em trilhões de planetas, canalizando matéria e energia em fluxos criativos de evolução. Para qualquer direção do espaço que olhemos, há vida (…). O universo não é o cosmo inerte dos físicos, com uma pitada a mais de vida por precaução. O universo é vida com a necessária estrutura à sua volta”( Op.cit.1997,p. 383).

É mérito da astronomia, na faixa milimétrica, ter identificado um conjunto das moléculas nas quais se encontra tudo o que é essencial para dar início ao processo de síntese biológica (Longair, M. As origens do nosso universo, 1994, p. 65-6). Nos meteoros e meteoritos, encontraram-se aminoácidos. Esses, sim, são os eventuais portadores das arquibactérias da vida. Houve, provavelmente, vários começos da vida, muitos frustrados, até que um definitivamente se firmou.

Presume-se que as mais diversas formas de vida originaram-se todas de uma única bactéria originária (Wilson, O . E., A diversidade da vida, São Paulo, 1994).  Com os mamíferos, surgiu uma nova qualidade da vida, a sensibilidade emocional e o cuidado. Dentre os mamíferos, há cerca de 70 milhões de anos, destacam-se os primatas, e depois, por volta de 35 milhões de anos, os primatas superiores, nossos avós genealógicos, e há 17 milhões de anos, nossos predecessores, os hominidas. Há cerca e 8-10 milhões de anos, emergiu na África o ser humano, o australopiteco. Por fim apareceu, há 100 mil o Homo sapiens-sapiens/demens-demens do qual somos herdeiros imediatos (Reeves, H. e outros, A mais bela história do mundo, Petrópolis, 1998).

A vida não seria fruto do acaso (contra Jacques Monod, O acaso e a necessidade, Petrópolis, 1979). Bioquímicos e biológicos moleculares mostraram (graças aos computadores de números aleatórios) a impossibilidade matemática do acaso puro e simples. Para que os aminoácidos e as duas mil enzimas subjacentes pudessem se aproximar e formar uma célula viva, seriam necessários trilhões e trilhões de anos, mais do que os 13,7 bilhões de anos, a idade do universo. As possibilidades são de 10 em potência, 1000 contra um. O assim chamado acaso é expressão de nossa ignorância.

Estimamos que o sentido da evolução ascendente é produzir mais e mais condições para a irrupção da vida, também extra-terrestre como na lua Europa de Júpiter e os três planetas rochosos de Trappist-1.

Com razão disse o famoso físico britânico Freeman Dyson (*1923): ”quanto mais examino o universo e os detalhes de sua arquitetura, mais acho evidências de que o universo sabia que um dia, lá na frente, iríamos surgir”(Disturbing the Universe, 1979, p. 250).

Leonardo Boff junto com o cosmólogo Mark Hathaway trata detalhamente o tema em o O Tao da Libertação, Vozes 2010.

 

 

 

A tolerância necessária e urgente

Hoje no mundo e mesmo no Brasil impera muita intolerância, face a alguns partidos como o PT ou aos de base socialista e comunista. Intolerância severa, por vezes criminosa, que algumas igrejas neopentecostais alimentam e propalam contra as religiões afro-brasileiras, satanizando-as e até invadindo e danificando terreiros, como ocorreu na Bahia há alguns anos. Há intolerância que leva a crimes especialmente contra o grupo LGBT. Vítima de intolerância é também o Papa Francisco, atacado e caluniado até com cartazes espalhados pelos muros de Roma, porque se mostra misericordioso e acolhe a todos, especialmente os mais marginalizados,coisa que os conservadores não estão acostumados a ver no figurino tradicional dos papas.

O cristianismo das origens, da Tradição do Jesus histórico – contrariamente à intolerância da inquisição e de uma visão meramente doutrinária da fé – era extremamente tolerante. Jesus ensinou que devemos tolerar que o joio cresça junto com o trigo. Só na colheita far-se-á a separação. São Pedro, já feito apóstolo, seguia ainda os costumes judeus: não podia entrar na casa de pagãos nem comer certos alimentos, pois isso o tornaria impuro. Mas, ao ser convidado por um oficial romano, de nome Cornélio, acabou visitando-o e constatou sua profunda piedade e seu cuidado pelos pobres. Então concluiu:”Deus me mostrou que nenhum homem deve ser considerado profano e impuro; agora reconheço deveras que não há em Deus discriminação de pessoas mas lhe é agradável quem, em qualquer nação, tiver reverência face a Deus e praticar a justiça”(Atos 10,28-35).

Desse relato se deduz que o diálogo e o encontro entre as pessoas que buscam uma orientação religiosa, como no caso do oficial romano, invalidam o preconceito de coibir algum contacto com o diferente.

Do fato resulta também que Deus é encontrado infalivelmente lá onde “em qualquer nação houver reverência face ao Sagrado e se praticar a justiça”, pouco importa sua inscrição religiosa.

Ademais Jesus ensinou que a adoração a Deus vai para além dos templos, porque “os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade e são estes que o Pai deseja”(Jo,4,23). Existe, portanto, a religião do Espírito. Vale dizer: todos os que vivem valores não materiais e são fiéis à verdade estão seguramente no caminho que conduz a Deus. Cada um, em sua cultura e tradição, vive à sua maneira, a vida espiritual e se orienta pela verdade. Este merece ser respeitado e positivamente tolerado.

Suspeito que não há maior tolerância do que esta atitude de Jesus, abandonada ao largo da história, pela Igreja-poder institucional (parte da Igreja-povo-de-Deus) que discriminou judeus, pagãos, a herejes e tantos que levou à fogueira da Inquisição. No Brasil temos o caso clamoroso do jesuita Pe.Gabriel Malagrida, (1689-1761), com fama de santidade que missionou o norte do Brasil. Por razões políticas foi morto pela Inquisição em Lisboa por “garrote, e depois de morto,       que seja seu corpo queimado e reduzido a pó e cinza, para que dele e de sua sepultura não haja memória alguma”.

Eis um exemplo de completa intolerância, hoje atualizada pelo Estado Islâmico (EI) que degola a quem não se converter ao islamismo rígido interpretado por ele.

Em fim, que é a tolerância hoje tão violada?

Há, fundamentalmente, dois tipos de tolerância, uma passiva e outra ativa.

A tolerância passiva representa a atitude de quem permite a coexistência com o outro não porque o deseje e veja algum valor nisso, mas porque não o consegue evitar. Os diferentes se fazem indiferentes entre si.

A tolerância ativa consiste na atitude de quem positivamente convive com o outro porque tem respeito a ele e consegue ver suas riquezas que sem o diferente jamais veria. Entrevê a possibilidades da partilha e da parceria e assim se enriquece em contato e na convivência com o outro.

Há um dado inegável: ninguém é igual ao outro, todos têm uma marca que diferencia. Por isso existe a biodiversidade, as milhões formas de vida. O mesmo e mais profundamente vale para o nível humano. Aqui as diferenças mostram a riqueza da única e mesma humanidade. Podemos ser humanos de muitas formas.

O ser humano deve ser tolerante como toda a realidade o é. A intolerância será sempre um desvio e uma patologia e assim deve ser considerada. Produz efeitos destrutivos por não acolher as diferenças.

A tolerância é fundamentalmente a virtude que subjaz à democracia. Esta só funciona quando houver tolerância com as diferenças partidárias, ideológicas ou outras, todas elas reconhecidas como tais. Junto com tolerância está a vontade de buscar convergências através do debate e da disposição ao compromisso que constitui a forma civilizada e pacífica de equacionar conflitos e oposições. Esse é um ideal ainfa a ser alcançado.

Leonardo Boff é articulista do JB on line e escreveu Convivência, Respeito e Tolerância, Vozes 2006.

 

Carta ao Papa Francisco para a convocação de uma Assembléia Universal

Carta ao Papa Francisco para a convocação de uma Assembléia Universal das Igrejas, das Religiões e dos Caminhos Espirituais para uma nova Ordem planetária ético-espiritual

No mundo inteiro se observa uma espantosa acumulação de riqueza com a qual 1% da humanidade controla quase todos os fluxos financeiros. Tudo é feito à custa de duas injustiças: a social como milhões e milhões de pobres e a ecológica com a exaustão dos bens e serviços da natureza pondo em risco a sustantabilidade da Casa Comum que é  Mãe Terra. Face a esse quadro dramático o Papa Francisco animou o surgimento de um grupo para estudar esta do contradição, que a partir da Argentina estivesse aberto a todos continentes. Criou-se um Observatório da Riqueza Padre Arrupe:para um Novo Sistema Financeiro e Comunicacional Mudial.O grupo inicial começou na Argentina com pessoas notáveis como Perez Esquivel, Zaffaroni e outros. Agora convidamos as pessoas de todos os níveis para apoiarem esta iniciativa que será acompanhada pessoalmente pelo bispo de Roma, o Papa Francisco. As adesões poderão ser feitas no seguinte enderço de e-mail: observatoriopadrearrupe@gmail.com               Lboff

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                           Querido Papa Francisco, nuestro Hermano Mayor

        Impulsionados por seus pronunciamentos, especialmente pela encíclica “Laudato Si sobre o cuidado da Casa Comum”, por seu impactante discurso na ONU de 2015 y pelos três mensagens aos movimentos populares mundiais, nos animamos escrever-lhe esta carta que contem uma sugestão, amadurecida em muitos grupos de todos os Continentes.

Pensamos que se trata de um passo adiante e complementar aos documentos acima referidos.

Partimos da constatação presente em sua encíclia, de que o sistema Terra e o sistema Vida passam por graves ameaças. Como diz a Carta da Terra:”ou formamos uma aliança global para cuidar dda Terre e uns dos outros ou arriscaremos a nossa própria destruição e a da diversidade da vida”(Preâmbulo)

As Igrejas, as Religiões e os Caminhos Espirituais, particularmente a Igreja Católica são portadores de mensagens espirituais e éticas. Têm uma responsabilidade fundamental em fazer avançar a consciência da humanidade e dos dirigentes políticos dos povos no sentido de empenhar esforços para garantir um futuro bom para a vida, para a Mãe Terra e para o futuro de nossa civilização.

Sabemos, querido Papa Francisco, nosso Irmão Maior, que o Sr. comparte profundamente desta preocupação com espírito de esperança no poder da criatividade humana e sobretudo na força vital do Espírito Criador, Deus “soberano amante da vida”(Libro da Sabedoria 11,26).

Em razão disso tudo, nos atrevemos fazer-lhe uma proposta por que pensamos que o Sr. alcançou uma autoridade espiritual, moral, ecumênica e política para iniciar este processo em nome de toda a humanidade, que foi também o sentido de sua encíclica Laudato Si.

Trata-se simplesmente de solicitor-lhe que o Espírito que o illumine para convocar uma Assembléia Universal das Igrejas, Religiões e Caminhos Espirituais para conciliar e aprofundar temas que concernem ao futuro de nossa espécie e da diversidade da vida na única Casa Comum que temos.

Ousamos dar forma concreta a suas inspirações e iluminações.

O tema geral poderia ser formulado assim:

Una nova ordem ético-espiritual na economia, na política, na cultura, na sociedade e nos hábitos de cada pessoa individual.

         Pensamos, como mera sugestão, alguns tópicos que nos parecem essenciais:

  • a espiritualidade como un processo antropológico atuante em cada ser humano;
  • A água como um bem natural, essencial, comum e insubstituível;
  • A sustentabilidade de todos os seres, especialmente da natureza e dos organismos vivos;
  • A fome no mundo e o direito a uma alimentação saudável e suficiente para todos;
  • Os direitos da Mãe Tera e da natureza;
  • Os direitos dos povos a sua soberania e ao respeito de suas culturas, religiões e tradições;
  • Os direitos humanos individuais e sociais;
  • A condenação de todo tipo de guerra, especialmente, as preventivas, e a elaboração de propostas de paz;
  • O direito a um desenvolvimento pleno da consciência;
  • A economia solidária dos bens comuns da Mãe Terra e da Humanidade;
  • A urgência de uma governabilidade plural do planeta Terra. E assim realizar o que se disse na Academia Pontifícia de Ciências em seu documento:”Humanidade e natureza sustentável, nossa responsabilidade”:”uma redistribuição da riqueza é alcançavel, pois as bases tecnológicas e operativas de um desenvolvimento sustentável já estão disponíveis e de fácil acesso”.

Estas são apenas algumas sugestões.

Evidentemente, cada grupo convidado tratará de convidar seu corpo de especialistas, pessoas de notório saber e de boa fé, independentemente de sua inscrição religiosa ou espiritual.

Querido Papa Francisco, foi com muita reflexão e oração que nos veio à mente esta proposta que seguramente o Sr. saberá acolher. Pedimos ao Espírito que o encoraje em suas inspirações e decisões e leve à realização este propósito, pensando especialmente nos mais vulneráveis.

Esta Assembléia Universal sera inaugurada mas sem prazo para ser concluída.

Com nossas orações e desejos, expressando nossa admiração e total apoio a suas iniciativas humanitárias, corajosas e evangélicas.

Promovido pelo Observatorio dela Riqueza para un Nuevo Orden Financiero y Comunicacional Padre Arrupe

 Enviar as adesões a

observatoriopadrearrupe@gmail.com

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Segue agora a versão em espanhol desta carta dirigida ao Papa que lhe será entregue pessoalmente entre fins de fevereiro e começos de março do corrente ano em Roma.

Carta al Papa Francisco para la convocación de una Asamblea Universal de las Iglesias, de las Religiosos y de los Caminos espirituales para un nuevo Orden planetario etico-espiritual            

                          Querido Papa Francisco,nuestro Hermano Mayor

       Impulsionados por sus pronunciamientos, especialmente por la encíclica “Laudato Si sobre el cuidado de la Casa Comum” por su impactante discurso en la ONU de 2015 y por los tres mensajes e los movimientos populares mundiales, nos animamos escribirle esta carta que contiene una sugerencia madurada en muchos grupos de todos contienentes.

Pensamos que es un paso adelante y complementar a los documentos referidos arriba.

Partimos de la constatación, presente en su encíclica, de que el sistema Tierra y el sistema vida pasan por grandes amenazas. Como dice la Carta de la Tierra:”o formamos una alianza global para cuidar de la Tierra y de unos y otros, o arriegaremos nuestra propria destrucción y a la diversidad de la vida”(Preambulo).

Las Iglesias, las religiones y los caminos espirituales, particularmente, la Iglesia Católica, son todos portadores de mensajes espirituales y éticos. Tienen una resposabilidad fundamental en hacer avanzar la conciencia de la humanidad y de los dirigentes politicos de los pueblos en el sentido de empeñar esfuerzos para garantizar un futuro bueno para la vida, para la Madre Tierra y para el futuro de nuestra civilización.

Sabemos, querido Papa Francisco, Hermano Mayor, que Usted comparte profundamente esta preocupación con espíritu de esperanza en el poder de la creatividad de ser humano y más que todo en la fuerza vital del Espíritu Creador,”soberano amante de la vida”(Libro de la Sabiduria 11,26).

En razón de todo esto, nos atrevemos hacerle una propuesta por que pensamos que Usted ha alcanzado una autoridad espiritual, moral, ecuménica  y política para iniciar este proceso en nombre de toda la humanidad, como lo ha hecho antes con la enciclica Laudato Si.

Se trata sencillamente pedirle, que el Espiritu lo ilumine, para convocar una Asamblea Universal de las Iglesias, Religiones y Caminos Espirituales para conciliar y profundizar temas que atañen al futuro de nuestra especie y de la diversidad de la vida en la unica Casa Común que tenemos.

Imaginamos así la puesta en concreto de sus inspiraciones e iluminaciones.

El tema general podria ser formulado asi:

Un nuevo orden ético-espiritual en la economia, en la política, en la sociedad y en los            habitos de cada persona.

Pensamos como mera sugerencia algunos tópicos que nos parecen esenciales:

  • La espiritualidad, como un proceso antropológico en marcha en cada ser humano;
  • El agua como bien natural, esensial, común e insusituible;
  • La sostenibilidad de todos los seres, especialmente de la naturaleza y de la vida.
  • El hambre en el mundo y el derecho a una alimentación saludable y suficiente para todos;
  • Los derechos de la Madre Tierra y de la naturaleza;
  • Los derechos de los pueblos a su soberania y al respeto de sus culturas y tradiciones;
  • Los derechos humanos individuales y sociales;
  • Condenar todo tipo de guerra especialmente preventivas y elaborar propuestas de paz.
  • El derecho a un desarollo pleno de la conciencia;
  • La economia solidaria de los bienes communes de la Madre Tierra y da Humanidad;
  • La urgencia de una gobernabilidad plural del planeta Tierra. Y así realizar lo que se dijo en la Academia Pontificia de Ciencias en su documento:”Humanidad y naturaleza sostenible: nuestra responsabilidad”: “una redistribución justa de la riqueza, lejos de ser inalcanzable, las bases tecnológicas y operativas de un desarrollo sotenible ya están disponibles o bien de facil acceso”.

Estas son solamente algunas sugerencias.

Evidentemente cada grupo invitado tratará de traer su cuerpo de especialistas y de conocedores de los temas en cuestión. Otras personas de notorio saber y de buena fe, independemente, de su inscripción religiosa o espiritual, deberian ser invitadas.

Querido Papa Francisco, fué con mucha reflexión y oración que nos vino esta propuesta que seguramente Usted sabrá valorar. Pedimos al Espíritu que lo illumine con sus inspiraciones y conduzca semejante propósito a su realización urgente, especialmente por los más vulnerables. Será abierta y sin plazo para ser concluida.

Con nuestras oraciones y deseos, expresando nuestra admiración y total apoyo a sus iniciativas universales, humnitarias, valientes y evangélicas.

Promovido por Observatorio dela Riqueza para un Nuevo Orden Financiero y Comunicacional Padre Arrupe

 Adhesiones enviar a:

observatoriopadrearrupe@gmail.com