Capitalismo:risco de ecocídio e de biocídio

O capitalismo é um modo de produção social e uma cultura. Como modo de produção destruiu o sentido originário de economia que desde os clássicos gregos até o século XVIII significava a técnica e a arte de satisfazer as necessidades da oikos, Quer dizer, a economia tinha por objetivo atender satisfatoriamente as carências da casa, que tanto podia ser a moradia mesma, a cidade, o país quanto a casa comum, a Terra. Com sua implantação progressiva a partir do século XVII do sistema do capital – a expressão capitalismo não era usada por Marx, mas foi introduzida por Werner Sombart 1902 – muda-se a natureza da economia. A partir de agora ela representa uma refinada e brutal técnica de criação de riqueza por si mesma, desvinculada do oikos, da referência à casa. Antes pelo contrário, destruindo a casa em todas as suas modalidades. E a riqueza que se quer acumular é menos para ser desfrutada do que para gerar mais riqueza numa lógica desenfreada e, no termo, absurda.

A lógica do capital é essa: produzir acumulação mediante a exploração. Primeiro, exploração da força de trabalho das pessoas, em seguida a dominação das classes, depois a submissão dos povos e, por fim, a pilhagem da natureza. Funciona aqui uma única lógica linear e férrea que a tudo envolve e que hoje ganhou uma dimensão planetária.

Uma análise mesmo superficial entre ecologia e capitalismo identifica uma contradição básica. Onde impera a prática capitalista se envia ao exílio ou ao limbo a preocupação ecológica. Ecologia e capitalismo se negam frontalmente. Não há acordo possível. Se, apesar disso, a lógica do capital assume o discurso ecológico ou é para fazer ganhos com ele, ou para espiritualizá-lo e assim esvaziá-lo ou simplesmente para impossibilitá-lo e, portanto, destruí-lo. O capitalismo não apenas quer dominar a natureza. Quer mais, visa arrancar tudo dela. Portanto se propõe depredá-la.

Hoje, pela unificação do espaço econômico mundial nos moldes capitalistas, o saque sistemático do processo industrialista contra natureza e contra a humanidade torna o capitalismo claramente incompatível com a vida. A aventura da espécie homo sapiens e demens é posta em sério risco. Portanto, o arquiinimigo da humanidade, da vida e do futuro é o sistema do capital com a cultura que o acompanha.

Coloca-se assim uma bifurcação: ou o capitalismo triunfa ao ocupar todos os espaços como pretende e então acaba com a ecologia e assim põe em risco o sistema-Terra ou triunfa a ecologia e destrói o capitalismo ou o submete a tais transformações e reconversões que não possa mais ser reconhecível como tal. Desta vez não há uma arca de Noé que salve a alguns e deixe perecer os outros. Ou nos salvamos todos ou pereceremos todos.

Esta é a singularidade de nosso tempo e a urgência das reflexões e dos alarmes que aqui são partilhados.

Dizíamos que o capitalismo produziu ainda uma cultura, derivada de seu modo de produção, assentado na exploração e na pilhagem. Toda cultura cria o âmbito das evidências cotidianas, das convicções inquestionáveis e, como tal, gesta uma subjetividade coletiva adequada a ela. Sem uma cultura capitalista que veicula as mil razões justificadoras da ordem do capital, o capitalismo não sobreviveria. A cultura capitalista exalta o valor do indivíduo, garante a ele a apropriação privada da riqueza, feita pelo trabalho de todos, coloca como mola de seu dinamismo a concorrência de todos contra todos, visa maximalizar os ganhos com o mínimo de investimento possível, procura transformar tudo em mercadoria, desde a mística, o sexo até o lazer para ter sempre benefícios e ainda instaura o mercado, hoje mundializado, como o mecanismo articulador de todos os produtos e de todos os recursos produtivos.

Se alguém buscar solidariedade, respeito às alteridades, com-paixão e veneração face à vida e ao mistério do mundo não os busque na cultura do capital. Errou de endereço, pois ai encontra tudo ao contrário. George Soros, um dos maiores especuladores das finanças mundiais e profundo conhecedor da lógica da acumulação sem piedade (ele vive disso), afirma claramente que o capitalismo mundialmente integrado ameaça a todos os valores societários e democráticos, pondo em risco o futuro das sociedades humanas. Essa é, segundo ele, a crise do capitalismo (é o título de seu livro) que exige urgente solução para não irmos ao encontro do pior.

O capitalismo, como modo de produção e como cultura, inviabiliza a ecologia tanto ambiental, quanto social e a mental ou profunda. Deixado à lógica de sua voracidade, pode cometer o crime da ecocídio, do biocídio e, no limite, do geocídio. Razão suficiente para os humanos que amam a vida e que querem herdar aos seus filhos e filhas e netos uma casa comum habitável se oporem sistematicamente às suas pretensões.

Entretanto, há sinais de esperança. Já a partir dos inícios deste século, o paradigma moderno começou, teoricamente, a ser erodido pela física quântica, pela teoria da relatividade, pela nova biologia, pela ecologia e pela filosofia crítica. Estava surgindo então um novo paradigma. Ele tem um caráter contrário àquele capitalista; é holístico, sistêmico, inclusivo, pan-relacional e espiritual. Entende o universo não como uma coisa ou justaposição de coisas e objetos. Mas como um sujeito no qual tudo tem a ver com tudo, em todos os pontos, em todas as circunstâncias e em todas as direções, gerando uma imensa solidariedade cósmica. Cada ser depende do outro, sustenta o outro, participa do desenvolvimento do outro, comungando de uma mesma origem, de uma mesma aventura e de um mesmo destino comum.

Ao invés de ser um universo atomístico, composto de partículas discretas – universo cuja complexidade cabe ser quebrada em componentes menores e mais simples – agora este universo é considerado como um todo relacional, inter-retro-conectado com tudo e maior que a soma de suas partes. A natureza da matéria, quando analisada com mais profundidade, não aparece como estática e morta, mas como uma dança de energias e de relações para todas as direções. A Terra não é mais vista como um conglomerado de matéria inerte (os continentes) e água (os oceanos, lagos e rios), mas como um superorganismo vivo, Gaia, articulando todos os elementos, as rochas, a atmosfera, os seres vivos e a consciência num todo orgânico, dinâmico, irradiante e cheio de propósito, parte de um todo ainda maior que nos inclui: o universo em cosmogênese, em expansão e perpassado de consciência.

 Esta visão fornece a base para uma nova esperança, para uma sabedoria mais alta e para um projeto civilizacional alternativo àquele dominante hoje, o do capitalismo mundialmente integrado. Ela nos permite passar do sentimento de perda e de ameaça, que o cenário atual nos provoca ao sentimento de pertença, de promessa e de um futuro melhor.

Quatro eixos dão consistência ao novo paradigma, que se distancia enormemente do capitalismo: a busca da sustentabilidade ecológica e econômica, baseada numa nova aliança de fraternidade/sororidade para com a natureza e entre os seres humanos; a acolhida da diversidade biológica e cultural, fundada na preservação e no respeito a todas as diferenças e no desenvolvimento de todas as culturas; o incentivo à participação nas relações sociais e nas formas de governo, inspiradas na democracia sem fim, como diria sociólogo português Boaventura de Souza Santos, entendida como valor universal a ser vivido em todas as instâncias (família, escola, sindicatos, igrejas, movimentos de base, nas fábricas e nos aparelhos de estado) e com todo o povo; o cultivo da espiritualidade como expressão da profundidade humana, que se sente parte do todo, capaz de valores, de solidariedade, de compaixão e de diálogo com a Fonte originária de todos os seres.

Este novo paradigma não é ainda hegemônico. Perdura vastamente ainda aquele da modernidade burguesa e capitalista, atomístico, mecânico, determinístico e dualista, apesar de sua refutação teórica e prática. Perdura porque é funcional aos propósitos das classes dominantes mundiais. Elas mantém o povo e até pessoas de formação elevada na ignorância acerca da nova visão do mundo. Continua a impôr um sistema global cujos frutos maiores são a dominação, a exclusão e a destruição.

Mas a crise ecológica mundial, expressa especialmente pelo aquecimento global, e o curto prazo que dispomos para as mudanças necessárias conferem atualidade e vigor ao novo paradigma. Ele é subversivo para a ordem vigente. Precisamos de uma nova revolução, uma revolução civilizacional. Ela será de natureza diversa daquelas nascidas a partir da revolução do neolítico, especialmente daquela propiciada pela cultura do capital. Terá por base e inspiração a nova cosmologia.

Mas para isso, temos que mudar nossa forma de pensar, de sentir, de avaliar e de agir. Dentro do sistema do capital não há salvação para as grandes maiorias da humanidade, para os ecossistemas e para o planeta Terra. Devemos ter mais sabedoria que poder, mais veneração que saber, mais humildade que arrogância, mais vontade de sinergia que de auto-afirmação, mais vontade de dizer nós do que dizer eu como o faz sistematicamente a cultura do capital. Por estas atitudes os seres humanos poderão se salvar e salvar o seu belo e radiante Planeta.

Esposamos a idéia de que estamos na crise de parto, do nascimento de um novo patamar de hominização. Podemos, sim, nos destruir. Criamos para isso a máquina de morte. Mas ela pode ser sustada e transformada. O mesmo foguete gigante que transporta ogivas atômicas, pode ser usado para mudar a rota de asteróides e meteoros ameaçadores da Terra. É a hora de darmos o salto de qualidade e inaugurarmos uma aliança nova com a Terra. A chance está criada. Depende de nós sua realização feliz ou o seu inteiro fracasso. Desta vez não nos é permitido nem protelar nem errar de objetivo.

12 comentários sobre “Capitalismo:risco de ecocídio e de biocídio

  1. Caro mestre L. Boff, excelente artigo, como sempre o sr. nos faz refletir, agradeço pela oportunidade de poder beber do vosso conhecimento e tmb poder tirar duvidas fúteis de só mais um na rede…

    Mas se vivermos os ” quatros eixos” estamos fazendo nossa parte, mas como a sociedade do capitalismo mundial pode mudar, quero dizer como pode haver a “revolução civilizacional”, o nascimento da nova cosmologia, mas como não protelar nem errar de objetivo? Seria através de um novo sistema econômico? Ou só uma catástrofe ambiental apocalíptica? Ou só o tempo vai dizer mesmo?…

    Um abraço fraterno ao sr…

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  2. Excelente artigo. Nunca comunguei com o sistema capEtalista, mas apesar de ter apenas 23 anos, sinto-me desacreditada. Não sei se a humanidade conseguirá modificar seu modo de pensar e agir altamente individualista. Desde que entrei na faculdade de Direito, além de me deparar com a utopia legalista brasileira, me deparo com a falta de consciência dos próprios jovens (da maioria deles). Na própria universidade, que deveria ser um templo de cultura, estudo, conhecimento, busca pela modificação, pela extensão universitária (como forma de retribuir o ensino que nos é fornecido, posto que é uma universidade federal, dando nossa contribuição para a melhoria da sociedade), o que mais vejo é a exacerbação dos valores capitalistas. Como acreditar em futuros bons juristas, advogados, juízes, membros do ministério públicos, entre outros, se falta o foco no social, no ambiental, na melhoria da sociedade em si? Sinceramente, sinto-me perdida entre o que quero fazer e o que consigo executar. É um quase eterno “água mole em pedra dura” que não fura nada. Questiono então, o que fazer para nossos colegas terem “mais sabedoria que poder, mais veneração que saber, mais humildade que arrogância, mais vontade de sinergia que de auto-afirmação, mais vontade de dizer nós do que dizer eu como o faz sistematicamente a cultura do capital”?

    Abraços.

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    • Ziliane,
      Não desanime. Mantenha sua mente lúcida e não se deixe conquistar pelas ilusões que o capital consegue difundir. O que vc pode fazer é simplesmente pedir as pessoas que façam conexões causais, se não forem totalmente imbecilizados pelo sistema: as conexões dos eventos extremos que assistimos, enchentes de um lado, secas enormes de outro, invernos rigorosos em pleno outono e calores de derreter as calotas polares, tsunamis,vulcoes fumegando…Tudo está ligado a tudo e não são eventos paralelos. Possuem uma causa: a guerra que o capital está levando contra a Terra, tirando dela tudo o que pode a ponto de exauri-la e deixa-la doente. Quem não vê esta crise, pode não estar preparado para quando ela atingir graus de devastação.Ms ja dizia Hegel: o ser humano aprende da história que não aprende nada da história, mas aprende tudo do sofrimento. Quem é inteligente e sabio aprende da observação dos fatos e não tardiamente do sofrimento inevitável. Sua causa é verdadeira e a verdade possui a sua força própria. Confie nela e siga seu caminho critico.

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  3. Caro amigo.

    Compartilho da mesma angústia ou talvez deva dizer alegria.
    Angustia de verificar que mesmo com o inequívoco fim dos recursos naturais, ainda procuramos mais formas de explora-los, ao invés de tomar consciência do verdadeiro tesouro. Um dos muitos exemplos claros é a polêmica da UHE Belo Monte. Enquanto alguns lutam para preservar o Xingú, outros afirmam que o pais precisa da energia para manter o desenvolvimento. Minhas perguntas de sempre são;
    desenvolvimento para que?
    para quem?
    as custas de que?
    as custas de quem?
    Será que o sistema capitalista de desenvolvimento ainda gera realmente algo humano?
    Temos que repensar toda nossa sociedade, a começar pelo sistema de governo, um exemplo disto é o que acontece agora com as corporações americanas adquirirem o mesmo direito de contribuição em campanhas que as pessoas tem.
    http://storyofstuff.org/citizensunited/

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  4. Caríssimo Leonardo Boff,

    seu texto me faz lembrar de uma poesia milenar de Lao Tsé

    Quando a humanidade vive em ordem,
    Os cavalos puxam o arado;
    Quando ela renega sua lei interna,
    Os cavalos se preparam para a guerra.
    Não há pecado maior
    Do que o excesso de ganância.
    Não há mal maior
    Do que querer sempre mais.
    Não há maior calamidade
    Do que a mania de sucesso.
    Quem se contenta com o necessário
    Vive numa paz imperturbável.

    Saudações cordiais.

    Josefa Garzillo

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  5. A apropriação privada da riqueza socialmente produzida, é a marca essencial do modo de produção capitalista.
    A acumulação e concentração dessa riqueza em poucas mãos, os acionistas das maiores multinacionais dos diferentes subsetores produtivos, arrasta consigo o poder político, e o resultado é que a democracia representativa é “tomada” por esse poder económico, em favorecimento do qual o poder legislativo “democrático” opera, sendo que a estrutura jurídica fica conformada de acordo com os interesses económicos particulares em detrimento do bem comum e do interesse geral. Aliás opera-se uma difusão da ideologia “neo-liberal” a qual tende a afirmar nas sociedades que o interesse geral se confunde afinal com o bem dos grandes interesses económicos particulares.
    A exponencial concentração do dinheiro em poucas mãos, o “capital financeiro, contribuiu para facilitar a globalização do grande poder económico capitalista, e a busca incessante do “máximo lucro” e de maiores taxas de lucro, levou à multiplicação da criação da moeda, de forma fictícia, desligada da própria produção real da economia, arrastou para a ribalta os designados “produtos derivados”, em que já não são jogados apenas as expetativas de preços de produtos reais , mas também de produtos meramente imaginados pelo próprio setor financeiro.
    Ora as “pirâmides financeiras” deixadas à solta (os detentores do capital financeiro tornaram-se nos novos senhores do mundo) por exigência dos neo-liberais (ao serviço do capitalismo assuma este a forma que assumir) geraram a produção da riqueza sem criação de riqueza, uma riqueza fictícia, que esboroou com a crise do “subprime”, a qual se espalhou por toda a europa, e atingiu em cheio a economia real, da qual viviam empresários e trabalhadores dedicados à produção dos tais bens transacionáveis, implicando ajustamentos que castigam invariavelmente quem está na base da criação da riqueza, favorecendo em contra partida os grandes detentores do poder económico …
    A verdade é que o sistema capitalista de produção, uma vez que se baseia na premissa fundamental, da apropriação privada da riqueza socialmente produzida, é socialmente imoral, e só perdura por que os detentores do poder económico dominam efetivamente os pilares do poder legislativo inerente ao funcionamento das democracias de poder representativo.
    Mudar esse sistema, implica não só a educação permanente para o desenvolvimento sustentável, nos seus parámetros económico, social, do respeito pelo habitat animal e dos equilíbrios dos ecossistemas, da evolução sócio cultural no sentida da solidariedade, da fraternidade e da equidade social, mas também implica uma “tomada do poder político” pelos eleitores!
    Essa tomada do poder político pelos eleitores será mesmo a única forma de obrigar de fato os políticos eleitos a seguirem o interesse geral e não a favorecerem os grandes interesses económicos particulares.
    Essa tomada do poder político pelos eleitores consubstanciar-se-á no aprofundamento da democracia participativa, nomeadamente o fim da domocracia representativa, a qual consagra um dia de democracia de quatro em quatro anos, e que por isso submete os eleitores à ditadura do poder democrático dos políticos eleitos, os quais são facilmenta manietados pelo grande poder económico e financeiro.
    A democracia política participada, a “demarquia”, terá de seguir os passos da democracia semi-direta, pela qual os eleitores passarão a deter o poder de revogar as decisões políticas fraudulentas e atentatórias contra o interesse geral, nomeadamente através do referendo popular autónomo de todos os poderes políticos instituídos (como já é praticado por exemplo na Suíça e no Uruguai).
    Mas deveré evoluir para a democracia direta, na qua o controlo dos eleitores sobre o poder político, não permitirá o assenhoreamento deste pelo poder económico e financeiro , e fará vingar naturalmente o governo em prole do bem comum e do interesse geral da sociedade.
    A partir daí, da demarquia, será possível construir uma nova sociedade baseada nos valores da fraternidade da equidade social e do desenvolvimento sustentável, em benefício de tudo e de todos.

    .

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  6. O capitalismo nos trouxe até aqui. Sem ele não haveria internet, aviões, computadores e tudo mais. A crítica não se deve ao capitalismo, mas aos homens que comandam os governos. Países com ótima qualidade de vida e educação ambiental existem e são capitalistas…

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    • Guto, não esqueça que este sistema criou uma máquina de morte com armas nucleares, químicas e biológicas que nos podem destruir a todos por 25 formnas diferentes. Ele é insano e inimigo da vida. E que está fazendo com a natureza, dizimando inteiros ecossistemas e pondo em risco as bases que sustentam a vida? Tudo isso nos leva a ser críticos face a este sistema. lboff

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  7. Cecilia
    31/072016
    Realmente é o que o senhor Leonardo está falando que estamos sentindo.
    É só prestar a devida atenção e observar as atitudes do dia a dia..
    Pare e olhe a corrida ao supermercado. Parece loucura,aquela concentração
    de pessoas comprando, comprando, comprando, se endividando e, garanto
    que ainda ficam insatisfeitas e ansiosas. Isso é uma corrente de loucura.
    O sistema arrasta as pessoas, as quais deixam de pensar, de refletir.
    isso é só um ponto de observação porque poderíamos colocar aqui páginas e páginas…..
    Só para pensar: nutrição é mesmo aquela carroça de bagulhos que na maioria das
    vezes encontramos nos supermercados ? Além de não nutrir, sim porque nutrir não
    é só comer, fazem também muito mal à saúde com seus conservantes, sabores e cores artificiais. Para piorar: o supermercado é de poucos donos, quando não de um só. Além
    de tudo é um lugar completamente fechado, insalubre. Lá você não pode ver o mundo lá fora, a luz do sol, etc. Tudo se resume nessa caverna, até o seu pensamento !

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